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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Desejo celestial

Desejo o triunfo sem fim de um dia inesperado, impensado, de um ser.
Fui assim sumindo e subindo como se nada escarrasse tanta exatidão.
Transpareci intacto, inato, imóvel sobre as ondas pragmáticas
Da massa cinzenta em meu bestunto bestial. Fiquei atônito.
Tentava retirar a marca que permaneceu
Mas o branco dos meus olhos revirados revelavam a revelia invalidada.
Fez-me embrutecer em manto flutuante
Avistando cores mirágicas,
Buscando a insensatez visceral,
Que um dia há de acabar
Em meu triunfo interminável
De um desejo puramente celestial.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Quem quer ser um milionário?

Irineu, O Barão de Mauá
Sabem porque meus sonhos voam tão alto, inclusive com relação a dinheiro?

Simples: Eu penso muito no bem comum. Meus atos, desde quando eu tinha meus 3 anos de idade foi pensando nos outros. Sempre defendi meus colegas mais fracos dos mais fortes, sempre defendi as garotas. Na adolescência não foi diferente, pois eu sempre soube que a força de um podia se tornar a força de muitos, e por isso sempre tomei iniciativa para defender aquilo que eu e os outros tinham direito.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Uma Pedra No Caminho...

As pessoas tendem a fugir do que mais amam na vida. É como no livro As Valkírias (de Paulo Coelho), onde fala que todos nós já fizemos, alguma vez na vida, um pacto contra nós mesmos. Temos que parar de estragar, de destruir as coisas e as pessoas que amamos, que nos fazem bem.

Vejo por aí: a grande maioria de nós, sempre que vê uma oportunidade para conseguir o que mais desejou na vida, treme de medo e dá as costas só de ver o tamanho da dificuldade que é para se chegar ao paraíso.  
Preferimos pegar um atalho pro Inferno do que a estrada pro Paraíso.
Tem aqueles também que ficam na maior dúvida, e acabam se tornando "uma pedra no meio do caminho", como dizia o Carlos. Essas podem também variar entre botar um pé no que elas querem, e correr de volta para a vida chata, monótona e sem objetivos, sem razão. Sempre que elas se dão conta disso, elas suspiram e sonham com aquilo que imaginaram em seu próprio coração, com aquilo que sonharam... Até que um dia elas acordam e percebem que já andaram tanto no caminho oposto que não há mais como voltar, pois no caminho cresceram plantas, arvores, arbustos e vivem animais muito perigosos até chegar aonde elas queriam..
E então elas aceitam... E vivem... vivem... (sobre)vivem....